
domingo, 23 de maio de 2010
Maiis um livro de stephenie meyer vai virar filmee!

o recepcionista tenta nos matar = 7º capitulo do livro
- E então? – falei por fim baixinho.
- Ahn... – pensou Sandy.
- Falamos para ele que vamos comprar pães sei lá. – sugeriu Hisent.
- Não da para falarmos que iremos comprar algo. Aqui no hotel eles já têm tudo para dar aos hospedes. – respondeu Sandy.
- Verdade. Teremos de despistá-lo para sairmos. – disse eu.
- Já sei! – disse Hisent.
- O que é? – eu disse.
- Algum de nós vai lá, e pede para ele que mande o café da manhã para um dos quartos. Ele irá ter de se levantar e pedir isso ao cozinheiro. Enquanto ele vai até lá, saímos daqui.
- Perfeito! – disse Sandy.
- Bom, então vamos exercer o plano. Quem vai lá falar com ele?
- Eu! – disse.
- Tudo bem. Sabe o que fazer não é?
- Tudo tranqüilo Hisent!
- Certo.
- Pode ir.
- Espere! – falou Sandy.
- O que? – disse eu e Hisent juntos.
- Se você for com sua mala ele ira desconfiar. Deixe-a aqui que levamos para você.
- Hmmm. Obrigado por lembrar disso. – Hisent disse para ela e eu fui levar a mala de volta até eles.
- Agora, pode ir.
Sai de onde estávamos e fui direto ao balcão enorme e ao recepcionista com aquela cara horrível. Ele estava lendo uma revista quando cheguei perto dele. Toquei a campainha, porque parecia que ele não havia me visto.
- Olá! Posso ajudar?
- Sim... ahn... minha professora mandou eu vir até aqui para que avisasse o senhor que já pode levar o café da manhã até lá.
- Certo. Qual o quarto?
- Ah sim... duzentos e dois.
- Sim.
Ele então tocou uma campainha embaixo do balcão. De repente vieram dois homens de uma porta que havia atrás do balcão, mais ou menos a dois metros atrás.
Os homens disseram:
- Senhor?
- A professora deste menino do quarto duzentos e dois pediu para levarem o café da manhã para lá, certo?
- Sim, senhor.
Então os homens que saíram da porta um pouco atrás de onde estávamos, voltaram para lá, onde devia ser a cozinha por que primeiro: eles estavam em traje de cozinheiros ou coisa assim. Segundo: o recepcionista com certeza iria pedir o café da manhã na cozinha, claro, então não havia duvidas. Não havia duvidas de outra coisa também: nosso plano havia falhado. Teríamos que bolar uma outra coisa sem que ele percebesse de nada. O cara do balcão me olhou, olhou e disse por fim:
- E então? – ele não parava de me olhar.
- Ahn... – não sabia o que falar. Foi só aí que me dei conta de que já devia ter voltado para meu “quarto”. O que ele estaria pensando agora? – Obrigado! – disse.
- Por nada – e pela primeira vez eu vi aquele cara dar uma risadinha que fosse.
Voltei para onde eu e meus amigos estavam já pensando em outra coisa mais esperta a fazer.
- O que aconteceu? – disse Sandy.
- Ele, se você não viu, não precisou se levantar para chamar os cozinheiros! Satisfeita? – disse.
- É! Não muito pela sua incompetência!
- O que você queria que eu fizesse? Não...
- Acalmem-se. – disse Hisent.
- Ah, legal. Nosso plano vai por água abaixo e temos de nos acalmar! – Sandy falou.
- Eu tenho outro plano. Mas...
TRIIIIIIIIM.
O telefone de cima da mesa do recepcionista tocou.
- ...acho que não vamos precisar usá-lo. – completou Hisent.
- Alô? – murmurou o cara da recepção.
Esperamos alguns minutos para que ele se manifestasse.
- Ah, sim. Claro. Já estou indo para ai.
Então ele colocou de volta o telefone no gancho, disse algumas palavras ininteligíveis, se levantou, e foi direto á outra porta que nem eu sabia que existia. A porta ficava de frente ao balcão da recepção, só que lá nos fundos da sala de entrada do hotel. Quando ele saiu totalmente da sala, eu disse:
- É agora. Nossa hora chegou não é Hisent?
- Oh, quanta esperteza a sua! – nós demos uma risadinha.
- Um, dois, três, e... já! – dissemos nós.
No mesmo instante que saímos do cantinho daquela sala, o recepcionista com cara brava também saiu de onde estava. Mas que conversinha rápida. Ele gritou para nós:
- Onde pensa que vão á essa hora?
- Ahn... comprar pães? – sugeriu Hisent.
Nem esperamos ele terminar de falar direito. Saímos correndo á toda do hotel. Mas aconteceu alguma coisa. Quando estávamos pertinho da porta de saída, a porta saiu do local onde estava encaixada para o vento não tira-la de lá, e se fechou quase em nossa cara. Caímos de traseiro no chão. Doeu tanto que nem me perguntei como iríamos sair dali. Lembrei-me de uma coisa: estava morrendo de fome, mas agora a fome veio com muito mais força. – acho que foi por isso que me lembrei.
Mas agora isso não era importante. Levantamos-nos e tentamos abrir a porta. Era, abrir aquela porta, eu acho que a coisa mais difícil que fizera em toda minha vida. Com a força de nós três tentando abri-la, ela nem se quer se movia. Olhei para trás para ver o que estava acontecendo, e tive uma surpresa. O recepcionista estava com um facão enorme, com uma cara feia, perecendo um bicho estranho que nunca virá, mas conhecia de algum lugar e era um vulto. Isso realmente não era nada real. O cara da recepção, com certeza já havia sido morto, e pelo que acontecera há mais ou menos dói anos atrás, sei lá, estava ressuscitando. Ou já havia ressuscitado completamente e... não sei. Não sabia muito bem a história, mas de uma coisa eu sabia: ele era um cara morto.
Ele avançava cada vez mais em nossa direção mexendo o facão dele lentamente. Voltei a me concentrar na porta. Sabia que se eu não abrisse aquilo, com certeza já iríamos fracassar na nossa primeira parte da missão. E não haveria desse jeito nem a segunda parte.
Por sorte conseguimos mover a porta um pouquinho. Disse:
- Vamos gente! Vamos conseguir. Mais força ai!
- Sim, mas esta meio difícil demais, não é? – respondeu Hisent.
- Força! – incentivei.
Continuamos então. Mais um pouquinho conseguimos. Olhei novamente para trás e o monstro do recepcionista estava quase na gente. Abrimos mais um pouco da porta gigantesca. Agora já dava para passar por lá. Disse:
- Quem vai primeiro?
- Eu! Estou quase morrendo. Mas acho que vamos ter que passar todos juntos para não acabarmos fracassando em segurar a porta para um para o outro passar. – disse Sandy.
- Esta bem. – disse – Um, dois, três, e já! – repetimos a fala.
No começo foi difícil encaixarmos todos naquela abertura minúscula, mas o vento que estava contra nós diminuiu, e conseguimos.
De lá de fora deu para ver a porta batendo na cara do monstro que acabáramos de vencer. Quem diria? O recepcionista. Mas agora o difícil, era caminhar por aquele vento infernal de lá de fora. Parecia que o cara da recepção fez o vento começar para podermos não sair de lá do hotel. Talvez até fosse. Tudo agora parecia real para mim. Não só para mim. Mas para Hisent e Sandy também.
Estávamos atravessando a primeira esquina até a praia. Aos poucos o vento cessava. Hisent perguntou:
- O que era aquele cara?
- Era um vulto. – disse.
- Vulto?
- Sim. Ele era um vulto do mal...
- Mas isso existe? – disse Sandy.
- Calma. Vou explicar tudo á vocês.
Contei, então, a história todinha á eles. Pelo menos tudo o que eu sabia.
- Então você nos chamou para ajudar você nessa busca?
- Sim Hisent. Vocês são os meus melhores amigos, então... – Sandy ficou vermelha a me ver falar isso. Fiquei triste por falar isso mentindo.
- Eu acredito em você! – disse ela.
- Eu também!
- Ótimo! – respondi.
5º viideo ;
imaagens estranhas // 5º e ultimo dia

escolha = 6º capitulo do livro
Acabou, que minha mãe chegou tarde demais por causa de um atraso, e eu dormi no sofá mesmo.
Quando ela chegou me acordou e falou para eu ir para a cama. Decidi não contar nada a ela agora.
Dessa vez não tive nem pesadelos e nem sonhos. Foi uma noite um tanto tranqüila.
- Filho. Acorde – chamou minha mãe ao lado do despertador que acabará de tocar, eu acho. – Preciso falar com você.
- Ahn... – não sabia o que responder a ela, pois sabia espantosamente o que ela queria saber.
Levantei-me e sentei na beirada da cama e ela se sentou ao meu lado.
- Por que você já está de volta? As viagens da escola sempre demoram mais de quatro ou cinco dias.
- A gente veio mais cedo esse ano. O governo que dá a viagem pra escola ganhadora, não deu todo o tempo necessário que sempre dão ás escolas que ganham o concurso, por motivos financeiros, e viemos embora. – foi o melhor que consegui pensar para falar.
- Ahn... – disse ela balançando a cabeça positivamente.
- E tem mais: por causa disso que aconteceu, a escola irá ficar em greve para o governo dar continuidade á viagem depois que conseguirem mais dinheiro, por que, mesmo quando conseguirem dinheiro, eles avisaram que não vão continuar a bancar as despesas do prêmio do concurso. Tendo greve, é capaz de aceitarem a continuar com a viagem.
- Ah, sim.
- E, mãe?
- Fala.
- Nesse meio-tempo de greve, eu posso visitar minha tia de São Paulo?
- Hmmm... sim, mas...
- Obrigado mãe. Amo-te! – dei uma risadinha falsa.
- Como você irá para a casa dela?
- De ônibus. Já sei me virar. Ela, quando eu estiver chegando, aviso para me buscar no aeroporto!
- Hmmm. Não vejo por que não.
- Obrigado!
Saltei da cama e dei um beijo nela.
- De nada.
- É... que dia você vai?
- Hoje.
- Hoje? Mas hoje mesmo?
- É. Tem problema?
- Ahn... não. Pode ir. Agora você vai?
- Isso.
- Hmmm. Então ta...
Sai correndo do quarto e peguei as coisas que achava que iria precisar na “viagem até São Paulo” e coloquei-as na mala.
Nem queria pensar que ainda teria que escolher duas pessoas ainda para irem comigo nessa aventura louca. Tinha de escolher pessoas habilidosas – pelo menos que eu achava que era – e espertas. Resolvi chamar Hisent. Ele era forte e – eu acho – esperto. Será que eu escolheria alguma garota para ir? Será que ela iria suportar, seja lá o que a gente encontrasse pelo caminho? Não sei. Não custa tentar não é? Sandy. Ela era esperta. Forte eu não sei. Mas eu iria chamar esses dois. Isso. Estava decidido. O duro era que teria de passar pelo Rio de Janeiro para pegá-los, porque estavam hospedados no hotel da viagem que ganháramos.
- Pronto, mãe! – falei.
- Já? – ela estava chorando.
Esse era o problema de minha mãe. Ela era muito dramática e chorava por qualquer coisa. Eu não gostava muito disso.
- Mãe, não chore. Eu vou ficar bem. Tchau.
- Tchau...
Senti uma pontada enorme de culpa quando sai por aquela porta. Estava saindo de casa, e não sabia se iria voltar vivo.
Lá fora, a cabana estava em frente a minha casa esperando-me. Girei a maçaneta e entrei no caixãozinho. Senti a mesma coisa que sentia quando entrava nela e lá estava de novo, pronto para sair não sei para onde.
Saí do caixão e da cabana e dei de cara com o mar. A praia não estava cheia. Eram umas oito da manhã e só havia nela algumas pessoas praticando esportes. Ninguém estava nadando, claro, pois estava frio de manhã e o céu era um pouco cinzento demais.
Atrás de mim havia vários hotéis de todos os tamanhos e tipos que alguém pode imaginar quando esta numa cidade igual Rio de Janeiro. Sabia já que era Rio de Janeiro, pois o cenário era o mesmo antes de eu obedecer àquela voz estranha de um vulto – eu acho – e entrar naquela cabana estranha até demais.
Bom, se eu estava no mesmo ponto em que entrei na cabana, o hotel que minha escola se inspedou estava á umas duas quadras dali. Ótimo. Perfeito.
Cheguei á uma rua movimentada demais para oito horas da manhã, mas eu não sabia nada daquele lugar. Era a primeira vez que visitava o Rio de Janeiro. Quer dizer. Segunda.
Quando estava a cem metros mais ou menos do hotel, vi viram a esquina á minha frente dois vultos. Eles vinham em minha direção, sem parar. Agora eu sabia quem eram eles de verdade. Pessoas que haviam morrido á pouco tempo que estavam ressuscitando pouco a pouco. Eu precisava mudar isso. O tempo estava se acabando.
Os vultos passaram por mim e me olharam de cima a baixo, como se dependessem de mim.
Cheguei ao hotel e entrei.
Parecia que o cara com expressão de “eu-te-odeio”, já sabia que eu era da escola que estava naquele hotel e deixou-me entrar. Legal. A primeira parte foi fácil.
Subi umas escadas e fiquei de cara com o quarto em que estava Hisent e Sandy. Duzentos e dois. Entrei sem querer acordar ninguém, porque estavam dormindo – ainda bem – e fui direto á cama de Hisent. Chamei-o e o chacoalhei para lá e para cá tentando o acordar.
- O que? O que foi? – ele acordou desesperado.
- Calma, sou eu Phrederick.
- Phrederick! Graças a Deus!
- O que?
- Pensei que estava perdido por ai.
- Ah, entendi. Eu fui até a casa da minha tia, a visitar.
- Não devia. Você sumiu por três dias!
- O que? Três?
- Sim. Por quê?
- Ahn... depois te explico. Precisamos ir!
- Ir? Ir para onde?
- Já disse, depois te explico. Só quero saber se você aceita me ajudar a fazer uma busca?
- Busca?
- Sim.
- Aceito. Que busca?
- Não me faça perguntas agora.
- Esta bem.
- Vamos ter de chamar Sandy para ir também. Ajuda-me a acordá-la sem acordar o resto das crianças?
- Sim.
Fomos até á cama de Sandy. Se você está se perguntando como vou explicar a eles a historia toda, foi por isso mesmo que os escolhi. Eles, geralmente, são o que mais acreditam em coisas que não são reais, o que fica fácil a explicação de tudo.
- Sandy – eu e Hisent chamamos.
- Oi? – ela acordou.
- Precisamos ir a uma busca com Phrederick! – disse Hisent apressado. Parecia, desse jeito, que ele já sabia de tudo.
- Que busca?
- Nos te explicamos depois. Aceita?
- Claro.
Ela saiu da cama e foi para a gavetinha dela e Hisent á dele. Algum dos dois a puxou com muita força e fez um barulho horrível.
- Ei! Cuidado ai! Não podemos acordar ninguém!
- Tudo bem. Desculpa. – disse Sandy.
- Sim. – respondi.
Eles pegaram tudo o que a eles pertenciam, e saímos do quarto correndo sem nem fechar a porta ou olhar para trás.
Paramos perto da recepção por que sabíamos que o cara recepcionista iria nos barrar e nos mandar para o quarto novamente. Havia duas escolhas para sair de vez dali e enfrentar aquela missão frente a frente: inventar uma desculpa convincente, ou distrair o recepcionista para podermos passar sem ele nos ver.
croonograma de ontem e de hoje .
Sorry, sorry, sorry, sorry ... !
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Kellan Lutz e Ashley Greene acertam salários para 'Amanhecer'
Kellan Lutz e Ashley Greene finalmente acertaram seus sálarios para participar de "Amanhecer", último filme da saga "Crepúsculo".

Cada um dos atores receberá 1,25 milhão de dólares por cada uma das duas partes em que o filme será dividido.
Robert Pattinson, Kristen Stewart e Taylor Lautner também tiveram um aumento significativo em seus sálarios para a continuação da saga.
imaagens estranhas // 4º dia

volto para casa = 5º capitulo do livro
- O que? Dormir?
Eu havia passado a tarde toda na montanha cidade dos mortos, e nem perceberá que já havia escurecido.
- É. Dormir. Aqui o tempo, para as pessoas que estão aqui, parece passar mais rápido. Mas não passa. – disse o morto, que não sabe o próprio nome.
- Ahn... – “e já que eu não sou um morto, eu durmo onde?”, pensei.
- Como você não é um morto, não pode dormir em caixões, mesmo por que, não tem um para você. Então você irá dormir, no mesmo lugar em que veio para cá. – respondeu ele como se tivesse lido meu pensamento.
- Na cabaninha pequena, que quase nem cabe eu lá?
- Isso. Ou então, se você quiser, durma aqui fora no frio!
- Não. Prefiro a cabana.
- Perfeito.
Sorri.
Então, sem muitas escolhas espertas, fui para a cabana. Mas á noite na montanha, não fazia muito vento. Era só muito frio. Parecia que o vento que se fora, dera espaço para o frio.
Quando cheguei á cabana, girei a maçaneta da porta e uma surpresa: o caixão que estava ali quando eu fora para aquele lugar sinistro, não estava mais lá. Era melhor assim. Havia mais espaço. Um centímetro a mais, eu acho, para cada lado da cabaninha. Deitei-me desconfortavelmente lá, e sem saber como, adormeci.
De manhã, o sol entrava pela pequena janela da cabana direta ao meu rosto, o que era uma justa causa para me levantar. Senti falta da minha mãe, da escola e dos patetas meus amigos de lá. Levantei e me espreguicei. Queria perguntar ainda muita coisa ao homem estranho que conheci ontem. Não havia levado nada para aquela montanha e estava já morrendo de fome. Aproveitei, e resolvi também perguntar como iria comer, já que – eu acho – mortos não comiam. Abri a porta e dei de cara com a montanha gelada. Resolvi enfrentar, com o meu fiel companheiro: o bastão. Ontem, depois que havia usado ele, e o levado para ouvir a historia junto comigo, trouxe aquilo de volta para a cabana, por que sabia que ia precisar usá-lo novamente mais cedo ou mais tarde, em outros dias.
Peguei o bastão de ferro. Aquele bastão podia até matar uma pessoa, caso precisasse. Mas, - eu acho – não iria ousar fazer isto ali.
Saí, sem muito sucesso, para o frio congelante. Devia também perguntar ao homem, se tinha algum casaco também para mim.
Quando, novamente, cheguei ao pico da montanha, o morto estava na mesma posição de ontem na cadeirinha, já muito acordado. Desci até lá pensando nas perguntas que iria fazer para ele. Bom, ás vezes tudo parecia explicado, mas de repente batia umas perguntas necessárias, mais muito simples, que queria perguntar. Igual: “Como vou ajudar vocês?”, e assim por diante. Decidi só perguntar isso e se tinha algum casaco de frio ali também para mim, e comida.
- Oi.
- Oi. – respondeu o morto meu amigo.
- E...? – disse.
- Sua missão irá começar hoje mesmo. – disse ele com uma segurança, que eu fosse capaz de tudo.
- Hoje?
- Sim.
- Mas o que eu faço para começar?
- Ahn... invente uma desculpa para sua mãe, que coloque você em umas “férias” de uns cinqüenta anos. Aqui, em sua missão, o tempo irá passar mais rápido do que imagina.
- Legal. Pode me dar uma dica da desculpa?
- Não. Essa é a primeira parte de sua missão, e terá que fazê-la sozinha. Só na volta, depois que você tiver contado tudo para sua mãe, irá escolher dois amigos para te ajudarem. Eles terão que acreditar na historia inteira por que se não... não adianta trazê-los.
- Ah. Muito Obrigado. Você não sabe mesmo o quanto esta me fazendo um favor! Não vou mesmo conseguir inventar uma desculpa tão... tão... tão... desse tipo. Isso é para pessoas mais...
- Não interessa. – ele nem me deixou terminar a frase.
- ...espertas.
- Você é esperto o bastante.
- Você não me conhece.
- Está bem. Seja como for. Mas você terá de inventar uma desculpa convincente.
- Humpf – disse eu.
- Vá!
- Ahn...?
- Vá para sua casa mentir para sua mãe!
- Como eu vou?
- Se não me engano o caixão está na cabaninha. Vai lá ver.
- E de lá eu entro...
- ...você entra e tudo vai ocorrer como a hora que você chegou até aqui. – ele continuou.
- Sim. Então... adeus!
- Adeus.
Virei-me, e segui montanha acima.
Entrei no pequeno caixão, que como o morto dissera, estava novamente lá. Pensei que se eu quisesse, será que eu poderia nunca mais voltar ali? Acho que não. E também não queria. Não ia deixar de salvar aquele pequeno cemitério. Mas até que seria legal ninguém nunca mais morrer. Ia ser ótimo. Mas isso é contra as regras da vida! A gente vive apenas uma vez. Mais nunca.
Dentro do caixão, a voz não veio, mas aquele mesmo frio veio. E havia algo de diferente acontecendo. O frio foi diminuindo cada vez mais, até eu não agüentar mais de tanto calor no caixão. Senti de novo a sensação de já-pode-sair-da-cabana. Então, como na outra vez, se eu quisesse ficaria ali o resto da vida. Sai de lá.
Quando sai da cabana estava de frente á minha casa, com as luzes todas apagadas, e nenhum sinal de alguém lá dentro. Foi quando dois vultos passaram por entre o jardim, parecendo dois garotos de nove anos brincando no quintal de casa, esperando a mãe chamá-los para jantar. Aqueles eram dois garotos mortos, que iam ressuscitar dali algumas semanas. Imaginei quanto tempo demoraria a fazer aquela missão, e como eu iria realizá-la. Não sabia. Simplesmente não sabia. Olhei para trás para ver se a cabana estava ainda lá por que estavam passando na rua da minha casa um casal de namorados, e com certeza iriam estranhar. Mas nenhum sinal de cabana. Como agora eu voltaria para o mundo dos mortos? Resolvi entrar na minha casa e pensar nisso depois. Peguei a chave reserva que eu sempre carregava no bolso de trás e coloquei-a na fechadura da porta.
Novamente dei duas giradas na fechadura e nada. Continuei. Foi quando cheguei a cinco rodadas e a porta se abriu. Não me impressionei por que geralmente estava acostumado com coisas estranhas acontecendo na minha vida.
Entrei, mas como iria contar alguma coisa á minha mãe se ela não estava em casa?
Resolvi que ia passar a noite lá, e contar á ela mais tarde, quando ela chegar.
4º viideo .
New Moovie
Kristen Stewart vai interpretar a roqueira Joan Jett em um novo filme, segundo a Revista Hollywood Reporter.
O longa contará a história da banda de Jett, The Runaways, sucesso na década de 70.
Stewart trabalhou em O Quarto do Pânico, Zathura – Uma Aventura Espacial, Jumper e Na Natureza Selvagem, e é a protagonista de Crepúsculo, sucesso de bilheteria nos Estados Unidos, faturando mais de US$ 120 milhões em duas semanas, cuja estréia no Brasil será no próximo dia 19.
A banda The Runaways ganhou destaque na mídia por ser formada apenas por garotas, e tinha Joan Jett à frente. O grupo terminou com a saída de Joan, em 1979, que seguiu carreira solo, lançando, três anos depois, o hit I Love Rock n' Roll.
O filme será dirigido por Floria Sigismondi e produzido por Joan Jett.
As filmagens começam em 2009, segundo a revista.
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quinta-feira, 20 de maio de 2010
imaagens estranhas // 3º dia

3º viideo ;
descubro um cemitério = 4º capitulo do livro
Na verdade, eu não estava bem lá em cima do pico do Monte Everest, mas sim a mais ou menos dois km a baixo dele. Então, resolvi subir até lá. Mas como? Estava ventando demais ao contrário da direção que eu estava indo, então era meio um pouco difícil demais subir a enorme montanha. Mas o mais impressionante, era que eu não sabia por que estava fazendo aquilo, e nem sabia como fora parar ali de verdade. Aquilo não era possível. Foi quando a voz reapareceu:
- Continue subindo e veras, a sua missão, meu jovem.
- O que? Que missão? Do que você esta falando?
- Verás. Verás...
E de repente caiu um enorme bastão de ferro na minha mão, como uma bengala com um apoio para colocá-la.
- Isto irá ajudar-te a subir a montanha.
- Obrigado, seja você quem for.
Então me apoiei no bastão e consegui me mexer do local onde estava desde que sai da cabana. Agora sim, estava muito mais fácil me locomover, mas ainda estava difícil.
Quando cheguei ao pico da montanha, vi que essa não devia ser muito bem a montanha mais alta do mundo por que não parecia com o Monte Everest. Pouco abaixo do pico da montanha, havia um tamanho de cemitério enorme que dava o da minha cidade inteira e mais outros mil cemitérios iguais juntos. Aquele devia ser o maior cemitério do mundo e não a maior montanha do mundo. Mas havia alguma coisa errada naquele cemitério. Todos os caixões estavam abertos e vazios, só um homem estava lá em baixo, me encarando como se estivesse me esperando por anos, sentado em uma cadeirinha pequena de bar. Detalhe: ele era um vulto. Mas um vulto normal, igual do que eu vira na casa abandonada. Uma pessoa, se não fosse pelo corpo igual de um fantasma que atravessa paredes. Ele devia ser o cara que cuidava de tudo lá, mas pelo jeito não havia cuidado muito bem nos últimos tempos. Desci até ele então.
- Oi – disse eu.
- Olá... você veio então, não é?
- Ahn... do que você esta falando?
- Ué? Seu amigo que lhe fez vir para cá não te contou?
- Que amigo me fez vir para cá?
- Ahn... – ele pensou um pouco. – Acho que ele ainda não te falou nada a respeito do que esta acontecendo não é?
- É. Acho que não. E, onde estou? Que lugar é esse?
- Ora, essa é a cidade dos mortos! – ele sorriu. – Deixa eu te explicar, por que vocês humanos não acreditam em nada que seja fora do normal padrão de seus tempos.
Ele então puxou uma cadeira de trás da dele, que por acaso não tinha visto quando chegara ali.
- Sente-se. A história é longa.
Sentei-me, pouco á vontade perto de um desconhecido que acabara de conhecer, e logo ele começou a me contar sobre a história do cemitério.
- Bom, como eu disse essa é a cidade dos mortos. O maior cemitério do mundo. Todos os cemitérios de todas as cidades do mundo ficam aqui. Aqueles cemitérios são só para avisar de que acabara de morrer outra pessoa. E a pessoa que morreu, seja homem ou mulher, depois de enterrados, fazem um transporte para esse cemitério automaticamente. Cada pessoa que se transporta, um caixão novo aparece junto com o corpo dela. E assim, ficam para sempre aqui, mas sem nunca morrer. Jamais. Elas só morrem no mundo em que foram mortas, mas aqui, nunca. Por isso, podem ser libertadas por alguém que tem as chaves dos caixões em mãos, e esse alguém, sou eu. Daí você me pergunta: “o que acontece quando os mortos são libertados?”. Muita coisa. Podem até causar o impacto de ninguém nunca mais morrer. Por que quando são libertados voltam para suas casas, provocam um enlouquecimento nos familiares, e ainda, quando alguém no mundo morre, vindo direto para cá, o caixão do morto vai estar aberto automaticamente, e ele, por sua vez, irá voltar para sua casa novamente e assim, vai. Mas também tem a condição de que todos os mortos quando voltam para suas casas, não reaparecem imediatamente. Eles ficam primeiro em forma de vultos, e pouco a pouco reaparecem totalmente. Todos os caixões só pertencem a uma única chave, o que torna mais fácil a libertação dos donos deles. – ele apontou para os caixões que estavam atrás dele.
- Hmmm. – disse com interesse. – Agora me explique por que disse “você veio então, não é?”. O que exatamente quis dizer com isso?
- Então, agora que já sabe como tudo aqui funciona, precisa saber do acontecido dos últimos dois anos, e por que pedimos para que você viesse intervir ao nosso mundo para ajudar-nos. – ele me olhou seriamente. – Tudo começou quando eu, certo dia, estava dormindo, em meu caixão, e, como de costume, deixei a chave dos caixões de baixo do meu. (Ah, pra sua informação eu não tranco meu caixão, para o caso de acontecer algum imprevisto, algum ladrão ou coisa assim). Quando acordei, fui tentar pegar minha chave e não a encontrei em lugar algum. Procurei por todos os lados a chave, mas nada. Alguém havia roubado ela de mim. E pior: os mortos foram libertados. Foi por isso que quando você chegou aqui, estava tudo aberto sem ninguém dentro. Agora vou responder diretamente sua pergunta: o que eu quis dizer com “você veio então, não é?”, é simples. Você foi escolhido para vir ajudar-nos a descobrir o ladrão, recuperar a chave dos caixões, recuperarem também os mortos, e trancá-los de volta nos caixões. Respondida sua pergunta?
- Ahn... claro. Qual é seu nome?
- Ah, na verdade eu esqueci por que faz tempo que morri.
- Ei! Se você também é um morto, por que não saiu á vida novamente igual os outros?
- Por que eu fui o morto escolhido pelo tribunal dos mortos, para proteger o cemitério. Assim, eu sou obrigado a ficar aqui o tempo todo sem nunca sair.
- Ahn.
- Agora, se não se importa, temos que ir dormir.
Remember me ; D
Remember Me (Lembranças/Lembra-te de Mim) é um filme de 2010 de gênero romance e drama dirigido por Allen Coulter, com roteiro de Will Fetters, e que estrela Robert Pattinson e Emilie de Ravin. O filme foi gravado em Nova York e Manhattan durante o verão de 2009 e seu lançamento ocorreu inicialmente em 12 de março de 2010, com distribuição da Summit Entertainment. Será lançado em DVD nos Estados Unidos no dia 22 de junho de 2010.
O filme começa com o assassinato de uma mulher no Metropolitano de Nova Iorque, em 1991, e mais tarde é revelado que era a mãe de uma jovem garota, que havia testemunhado o assassinato, chamada Ally Craig. Dez anos mais tarde, Tyler Hawkins é um rebelde de 21 anos que mora em Nova York e estuda na New York University. Ele tem um relacionamento difícil com seu pai, Charles, desde o suicídio de seu irmão. Ele e seu colega de quarto Aidan causam constantemente confusões pela cidade e, uma noite, eles encontram problemas com um policial chamado Neil. Mais tarde, Tyler e Aidan conhecem Ally, que estuda na mesma universidade, e logo descobrem que ela é a filha do policial. Aidan resolve que Tyler persuadir Ally seria a melhor maneira de se entender com Neil, e ele relutantemente concorda. Após permanecerem juntos por algum tempo, os dois desabafam sobre as perdas que tiveram no passado e começam a se apaixonar um pelo outro. Seu relecionamento é testado, no entanto, quando Neil descobre que sua filha está saindo com Tyler. No decorrer do enredo, todos acabam se reconciliando, porém, Tyler acaba morrendo no atentado terrorista de 11 de setembro de 2001.
Hi !
acabei de chegaa da escolaa [mentiira] e to aki pra fala pra vss, oq vaai acontece hj aki no bloog. ;
~ Voo postaa o 4º capitulo, que ja coloquei um pedacinho ontem ;
~ Voo posta tbm, o 3º videeo; [ja disse tbm ontem qual seráa] shausha [estraagueiasurpresaa]
~ Ahn... a 3º foto la da tempoorada ! hsuahs..
~ Outras coisaaas a mais tbm. ! É só!
Vleeew ;
[comentaa](?)
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Novo videeo de David Guetta, Fergiie e Chris Willis !
Essa versão de "Gettin' Over You", faz parte da nova edição do album "One Love", que traz faixas extras em relação á primeira edição lançada no ano passado.
O video mostra Guetta e os convidados gravando a musica em estudio, até que um rapaz liga um cabo do estudio em caixas de som na parte externa do estudio. O resultado é que as pessoas começam a se aglomerar no local e o estudio vira uma grande festa."
Humm.. Legal essa idéia de clipee néeah pessoal ?
shuahsuas..
Agora voou estragar uma surpresa e dizer q amanhã o terceiro cliipse é esse aii! Deve ser legaal né?
Vo agora baixar essa música! shuahsuahsua
Vleeew
(comentaaa)
Viideo 2 .. ; D
Aboout the chapter 3
"Na verdade, eu não estava bem lá em cima do pico do Monte Everest, mas sim a mais ou menos dois km a baixo dele. Então, resolvi subir até lá. Mas como? Estava ventando demais ao contrário da direção que eu estava indo, então era meio um pouco difícil demais subir a enorme montanha. Mas o mais impressionante, era que eu não sabia por que estava fazendo aquilo, e nem sabia como fora parar ali de verdade. Aquilo não era possível. Foi quando a voz reapareceu:
- Continue subindo e veras, a sua missão, meu jovem.
- O que? Que missão? Do que você esta falando?
- Verás. Verás...
E de repente caiu um enorme bastão de ferro na minha mão, como uma bengala com um apoio para colocá-la.
- Isto irá ajudar-te a subir a montanha.
- Obrigado, seja você quem for.
Então me apoiei no bastão e consegui me mexer do local onde estava desde que sai da cabana. Agora sim, estava muito mais fácil me locomover, mas ainda estava difícil."
O que será que está do outro lado do pico do monte everest?
hsuahsuahsuahsuahsua
Nãao peercam amanhã o capitulo 4. ; D
Vleeeww
(comentaaa)

