sábado, 23 de outubro de 2010

Faaz tempo!

Quanto tempo heeein pessoas!
O que andaram fazendo durante todo esse tempo? Ou oq EU andei fazendo né?
Eu estava achando que o site do meu blog estava causando impactos ruins na minha internet então simplesmente parei de entrar.... vi nos posts antigos que fiz esse blog mais ou menos no mês 5! quanto tempo né? em Maio? kkkkkkkkkkkkkkk'
Boom, o importante é que eu to de volta e vou continuar a postar cada vez mais coisas, quando eu tiver assuntos, pq ultimamente to por fora do que ta acontecendo no mundo! Mesmo assim, vou achar assuntos para comentarem aqi com vcs e vcs não esqueçaaaaam de COMENTAR ; D
É isso! Só queria avisar de que estou de volta, e que vou continuar com os posts ...

Vleeew
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domingo, 23 de maio de 2010

Maiis um livro de stephenie meyer vai virar filmee!

Depois de ter a saga Crepúsculo transformada em tentável franquia cinematográfica, a escritora norte-americana Stephenie Meyer verá outra obra sua na tela grande. The Host , seu primeiro romance “adulto”, será adaptado por Andrew Niccol ( Senhor da Guerra ), que também assinará a direção do longa.

nothing to put here

Uma produção independente, The Host é ambientado num futuro invadido por espécies que ocupam as mentes de seus hospedeiros humanos. Quase toda a humanidade foi dominada por esses seres, mas Melanie Stryder tem seu corpo ocupado por uma criatura que acaba se envolvendo as emoções e suas vividas memórias, o que dificulta na dominação. Paralelamente, a invasão dessas criaturas interplanetárias na Terra faz com que a humanidade siga um caminho bem diferente. Niccol foi contratado para dirigir The Host porque, quando os produtores perguntaram a Stephenie quais eram seus filmes de ficção favoritos, ela citou dois trabalhos do cineasta: Gattaca – Experiência Genética (1997) e O Show de Truman – O Show da Vida (1998).

o recepcionista tenta nos matar = 7º capitulo do livro

- E então? – falei por fim baixinho.

- Ahn... – pensou Sandy.

- Falamos para ele que vamos comprar pães sei lá. – sugeriu Hisent.

- Não da para falarmos que iremos comprar algo. Aqui no hotel eles já têm tudo para dar aos hospedes. – respondeu Sandy.

- Verdade. Teremos de despistá-lo para sairmos. – disse eu.

- Já sei! – disse Hisent.

- O que é? – eu disse.

- Algum de nós vai lá, e pede para ele que mande o café da manhã para um dos quartos. Ele irá ter de se levantar e pedir isso ao cozinheiro. Enquanto ele vai até lá, saímos daqui.

- Perfeito! – disse Sandy.

- Bom, então vamos exercer o plano. Quem vai lá falar com ele?

- Eu! – disse.

- Tudo bem. Sabe o que fazer não é?

- Tudo tranqüilo Hisent!

- Certo.

- Pode ir.

- Espere! – falou Sandy.

- O que? – disse eu e Hisent juntos.

- Se você for com sua mala ele ira desconfiar. Deixe-a aqui que levamos para você.

- Hmmm. Obrigado por lembrar disso. – Hisent disse para ela e eu fui levar a mala de volta até eles.

- Agora, pode ir.

Sai de onde estávamos e fui direto ao balcão enorme e ao recepcionista com aquela cara horrível. Ele estava lendo uma revista quando cheguei perto dele. Toquei a campainha, porque parecia que ele não havia me visto.

- Olá! Posso ajudar?

- Sim... ahn... minha professora mandou eu vir até aqui para que avisasse o senhor que já pode levar o café da manhã até lá.

- Certo. Qual o quarto?

- Ah sim... duzentos e dois.

- Sim.

Ele então tocou uma campainha embaixo do balcão. De repente vieram dois homens de uma porta que havia atrás do balcão, mais ou menos a dois metros atrás.

Os homens disseram:

- Senhor?

- A professora deste menino do quarto duzentos e dois pediu para levarem o café da manhã para lá, certo?

- Sim, senhor.

Então os homens que saíram da porta um pouco atrás de onde estávamos, voltaram para lá, onde devia ser a cozinha por que primeiro: eles estavam em traje de cozinheiros ou coisa assim. Segundo: o recepcionista com certeza iria pedir o café da manhã na cozinha, claro, então não havia duvidas. Não havia duvidas de outra coisa também: nosso plano havia falhado. Teríamos que bolar uma outra coisa sem que ele percebesse de nada. O cara do balcão me olhou, olhou e disse por fim:

- E então? – ele não parava de me olhar.

- Ahn... – não sabia o que falar. Foi só aí que me dei conta de que já devia ter voltado para meu “quarto”. O que ele estaria pensando agora? – Obrigado! – disse.

- Por nada – e pela primeira vez eu vi aquele cara dar uma risadinha que fosse.

Voltei para onde eu e meus amigos estavam já pensando em outra coisa mais esperta a fazer.

- O que aconteceu? – disse Sandy.

- Ele, se você não viu, não precisou se levantar para chamar os cozinheiros! Satisfeita? – disse.

- É! Não muito pela sua incompetência!

- O que você queria que eu fizesse? Não...

- Acalmem-se. – disse Hisent.

- Ah, legal. Nosso plano vai por água abaixo e temos de nos acalmar! – Sandy falou.

- Eu tenho outro plano. Mas...

TRIIIIIIIIM.

O telefone de cima da mesa do recepcionista tocou.

- ...acho que não vamos precisar usá-lo. – completou Hisent.

- Alô? – murmurou o cara da recepção.

Esperamos alguns minutos para que ele se manifestasse.

- Ah, sim. Claro. Já estou indo para ai.

Então ele colocou de volta o telefone no gancho, disse algumas palavras ininteligíveis, se levantou, e foi direto á outra porta que nem eu sabia que existia. A porta ficava de frente ao balcão da recepção, só que lá nos fundos da sala de entrada do hotel. Quando ele saiu totalmente da sala, eu disse:

- É agora. Nossa hora chegou não é Hisent?

- Oh, quanta esperteza a sua! – nós demos uma risadinha.

- Um, dois, três, e... já! – dissemos nós.

No mesmo instante que saímos do cantinho daquela sala, o recepcionista com cara brava também saiu de onde estava. Mas que conversinha rápida. Ele gritou para nós:

- Onde pensa que vão á essa hora?

- Ahn... comprar pães? – sugeriu Hisent.

Nem esperamos ele terminar de falar direito. Saímos correndo á toda do hotel. Mas aconteceu alguma coisa. Quando estávamos pertinho da porta de saída, a porta saiu do local onde estava encaixada para o vento não tira-la de lá, e se fechou quase em nossa cara. Caímos de traseiro no chão. Doeu tanto que nem me perguntei como iríamos sair dali. Lembrei-me de uma coisa: estava morrendo de fome, mas agora a fome veio com muito mais força. – acho que foi por isso que me lembrei.

Mas agora isso não era importante. Levantamos-nos e tentamos abrir a porta. Era, abrir aquela porta, eu acho que a coisa mais difícil que fizera em toda minha vida. Com a força de nós três tentando abri-la, ela nem se quer se movia. Olhei para trás para ver o que estava acontecendo, e tive uma surpresa. O recepcionista estava com um facão enorme, com uma cara feia, perecendo um bicho estranho que nunca virá, mas conhecia de algum lugar e era um vulto. Isso realmente não era nada real. O cara da recepção, com certeza já havia sido morto, e pelo que acontecera há mais ou menos dói anos atrás, sei lá, estava ressuscitando. Ou já havia ressuscitado completamente e... não sei. Não sabia muito bem a história, mas de uma coisa eu sabia: ele era um cara morto.

Ele avançava cada vez mais em nossa direção mexendo o facão dele lentamente. Voltei a me concentrar na porta. Sabia que se eu não abrisse aquilo, com certeza já iríamos fracassar na nossa primeira parte da missão. E não haveria desse jeito nem a segunda parte.

Por sorte conseguimos mover a porta um pouquinho. Disse:

- Vamos gente! Vamos conseguir. Mais força ai!

- Sim, mas esta meio difícil demais, não é? – respondeu Hisent.

- Força! – incentivei.

Continuamos então. Mais um pouquinho conseguimos. Olhei novamente para trás e o monstro do recepcionista estava quase na gente. Abrimos mais um pouco da porta gigantesca. Agora já dava para passar por lá. Disse:

- Quem vai primeiro?

- Eu! Estou quase morrendo. Mas acho que vamos ter que passar todos juntos para não acabarmos fracassando em segurar a porta para um para o outro passar. – disse Sandy.

- Esta bem. – disse – Um, dois, três, e já! – repetimos a fala.

No começo foi difícil encaixarmos todos naquela abertura minúscula, mas o vento que estava contra nós diminuiu, e conseguimos.

De lá de fora deu para ver a porta batendo na cara do monstro que acabáramos de vencer. Quem diria? O recepcionista. Mas agora o difícil, era caminhar por aquele vento infernal de lá de fora. Parecia que o cara da recepção fez o vento começar para podermos não sair de lá do hotel. Talvez até fosse. Tudo agora parecia real para mim. Não só para mim. Mas para Hisent e Sandy também.

Estávamos atravessando a primeira esquina até a praia. Aos poucos o vento cessava. Hisent perguntou:

- O que era aquele cara?

- Era um vulto. – disse.

- Vulto?

- Sim. Ele era um vulto do mal...

- Mas isso existe? – disse Sandy.

- Calma. Vou explicar tudo á vocês.

Contei, então, a história todinha á eles. Pelo menos tudo o que eu sabia.

- Então você nos chamou para ajudar você nessa busca?

- Sim Hisent. Vocês são os meus melhores amigos, então... – Sandy ficou vermelha a me ver falar isso. Fiquei triste por falar isso mentindo.

- Eu acredito em você! – disse ela.

- Eu também!

- Ótimo! – respondi.

5º viideo ;

Oi,
To aqi de novo pronto pra posta ai pra vcs o 5º video. E claro, tinha que aparecer pelo menos uma vez aqi a Taylor Swift com Fearless, uma das musicas mais famosas dela !
Olhem e comenteeeem:


Vleeew
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imaagens estranhas // 5º e ultimo dia

Heeello!
Tudoo bem? ; D
5º e ultimo dia de imaagens estranhas e essa imagem é mto boa [e estranha] hsuahsuah
Olheem ela aii:


Leegaal néeah?
Uma arvore esculpida de umaa cabeeça! shaushaushau


Vleeeew
Espero q tenham gostado.


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escolha = 6º capitulo do livro

Acabou, que minha mãe chegou tarde demais por causa de um atraso, e eu dormi no sofá mesmo.

Quando ela chegou me acordou e falou para eu ir para a cama. Decidi não contar nada a ela agora.

Dessa vez não tive nem pesadelos e nem sonhos. Foi uma noite um tanto tranqüila.

- Filho. Acorde – chamou minha mãe ao lado do despertador que acabará de tocar, eu acho. – Preciso falar com você.

- Ahn... – não sabia o que responder a ela, pois sabia espantosamente o que ela queria saber.

Levantei-me e sentei na beirada da cama e ela se sentou ao meu lado.

- Por que você já está de volta? As viagens da escola sempre demoram mais de quatro ou cinco dias.

- A gente veio mais cedo esse ano. O governo que dá a viagem pra escola ganhadora, não deu todo o tempo necessário que sempre dão ás escolas que ganham o concurso, por motivos financeiros, e viemos embora. – foi o melhor que consegui pensar para falar.

- Ahn... – disse ela balançando a cabeça positivamente.

- E tem mais: por causa disso que aconteceu, a escola irá ficar em greve para o governo dar continuidade á viagem depois que conseguirem mais dinheiro, por que, mesmo quando conseguirem dinheiro, eles avisaram que não vão continuar a bancar as despesas do prêmio do concurso. Tendo greve, é capaz de aceitarem a continuar com a viagem.

- Ah, sim.

- E, mãe?

- Fala.

- Nesse meio-tempo de greve, eu posso visitar minha tia de São Paulo?

- Hmmm... sim, mas...

- Obrigado mãe. Amo-te! – dei uma risadinha falsa.

- Como você irá para a casa dela?

- De ônibus. Já sei me virar. Ela, quando eu estiver chegando, aviso para me buscar no aeroporto!

- Hmmm. Não vejo por que não.

- Obrigado!

Saltei da cama e dei um beijo nela.

- De nada.

- É... que dia você vai?

- Hoje.

- Hoje? Mas hoje mesmo?

- É. Tem problema?

- Ahn... não. Pode ir. Agora você vai?

- Isso.

- Hmmm. Então ta...

Sai correndo do quarto e peguei as coisas que achava que iria precisar na “viagem até São Paulo” e coloquei-as na mala.

Nem queria pensar que ainda teria que escolher duas pessoas ainda para irem comigo nessa aventura louca. Tinha de escolher pessoas habilidosas – pelo menos que eu achava que era – e espertas. Resolvi chamar Hisent. Ele era forte e – eu acho – esperto. Será que eu escolheria alguma garota para ir? Será que ela iria suportar, seja lá o que a gente encontrasse pelo caminho? Não sei. Não custa tentar não é? Sandy. Ela era esperta. Forte eu não sei. Mas eu iria chamar esses dois. Isso. Estava decidido. O duro era que teria de passar pelo Rio de Janeiro para pegá-los, porque estavam hospedados no hotel da viagem que ganháramos.

- Pronto, mãe! – falei.

- Já? – ela estava chorando.

Esse era o problema de minha mãe. Ela era muito dramática e chorava por qualquer coisa. Eu não gostava muito disso.

- Mãe, não chore. Eu vou ficar bem. Tchau.

- Tchau...

Senti uma pontada enorme de culpa quando sai por aquela porta. Estava saindo de casa, e não sabia se iria voltar vivo.

Lá fora, a cabana estava em frente a minha casa esperando-me. Girei a maçaneta e entrei no caixãozinho. Senti a mesma coisa que sentia quando entrava nela e lá estava de novo, pronto para sair não sei para onde.

Saí do caixão e da cabana e dei de cara com o mar. A praia não estava cheia. Eram umas oito da manhã e só havia nela algumas pessoas praticando esportes. Ninguém estava nadando, claro, pois estava frio de manhã e o céu era um pouco cinzento demais.

Atrás de mim havia vários hotéis de todos os tamanhos e tipos que alguém pode imaginar quando esta numa cidade igual Rio de Janeiro. Sabia já que era Rio de Janeiro, pois o cenário era o mesmo antes de eu obedecer àquela voz estranha de um vulto – eu acho – e entrar naquela cabana estranha até demais.

Bom, se eu estava no mesmo ponto em que entrei na cabana, o hotel que minha escola se inspedou estava á umas duas quadras dali. Ótimo. Perfeito.

Cheguei á uma rua movimentada demais para oito horas da manhã, mas eu não sabia nada daquele lugar. Era a primeira vez que visitava o Rio de Janeiro. Quer dizer. Segunda.

Quando estava a cem metros mais ou menos do hotel, vi viram a esquina á minha frente dois vultos. Eles vinham em minha direção, sem parar. Agora eu sabia quem eram eles de verdade. Pessoas que haviam morrido á pouco tempo que estavam ressuscitando pouco a pouco. Eu precisava mudar isso. O tempo estava se acabando.

Os vultos passaram por mim e me olharam de cima a baixo, como se dependessem de mim.

Cheguei ao hotel e entrei.

Parecia que o cara com expressão de “eu-te-odeio”, já sabia que eu era da escola que estava naquele hotel e deixou-me entrar. Legal. A primeira parte foi fácil.

Subi umas escadas e fiquei de cara com o quarto em que estava Hisent e Sandy. Duzentos e dois. Entrei sem querer acordar ninguém, porque estavam dormindo – ainda bem – e fui direto á cama de Hisent. Chamei-o e o chacoalhei para lá e para cá tentando o acordar.

- O que? O que foi? – ele acordou desesperado.

- Calma, sou eu Phrederick.

- Phrederick! Graças a Deus!

- O que?

- Pensei que estava perdido por ai.

- Ah, entendi. Eu fui até a casa da minha tia, a visitar.

- Não devia. Você sumiu por três dias!

- O que? Três?

- Sim. Por quê?

- Ahn... depois te explico. Precisamos ir!

- Ir? Ir para onde?

- Já disse, depois te explico. Só quero saber se você aceita me ajudar a fazer uma busca?

- Busca?

- Sim.

- Aceito. Que busca?

- Não me faça perguntas agora.

- Esta bem.

- Vamos ter de chamar Sandy para ir também. Ajuda-me a acordá-la sem acordar o resto das crianças?

- Sim.

Fomos até á cama de Sandy. Se você está se perguntando como vou explicar a eles a historia toda, foi por isso mesmo que os escolhi. Eles, geralmente, são o que mais acreditam em coisas que não são reais, o que fica fácil a explicação de tudo.

- Sandy – eu e Hisent chamamos.

- Oi? – ela acordou.

- Precisamos ir a uma busca com Phrederick! – disse Hisent apressado. Parecia, desse jeito, que ele já sabia de tudo.

- Que busca?

- Nos te explicamos depois. Aceita?

- Claro.

Ela saiu da cama e foi para a gavetinha dela e Hisent á dele. Algum dos dois a puxou com muita força e fez um barulho horrível.

- Ei! Cuidado ai! Não podemos acordar ninguém!

- Tudo bem. Desculpa. – disse Sandy.

- Sim. – respondi.

Eles pegaram tudo o que a eles pertenciam, e saímos do quarto correndo sem nem fechar a porta ou olhar para trás.

Paramos perto da recepção por que sabíamos que o cara recepcionista iria nos barrar e nos mandar para o quarto novamente. Havia duas escolhas para sair de vez dali e enfrentar aquela missão frente a frente: inventar uma desculpa convincente, ou distrair o recepcionista para podermos passar sem ele nos ver.

croonograma de ontem e de hoje .

Onteeeeem, como disse , não postei nada aqi no site , então estou aqi pra fala o que vou por aqi de ontem e de hoje!

(1) vo posta o 6º capitulo do livro (conteudo de ontem)
(2) o ultimo dia das imagens estranhas que foi ontem
(3) o 5º video (de ontem)

Conteudoo de hoje agoraa:

(1) o 7º capitulo ; D
(2) o 6º video
(3) Coisas que complementam um blog ! #

Briigado pela compreensão. Desculpaas ai pra quem me acompanha mais um vez!


Vleew

[comentaa]